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Gripe e Pneumonia: entenda as semelhanças e diferenças

No inverno, é comum observarmos casos de idosos com gripe ou pneumonia, sendo esta uma das causas mais comuns de morte entre estes indivíduos. Assim, é importante entender com clareza o que é e como prevenir cada uma delas.

A gripe é uma doença aguda que acomete as vias respiratórias.O vírus é transmitido por via respiratória, em geral pela inalação de partículas infectadas em suspensão no ar. Os sintomas, que costumam durar em torno de 5 dias, são febre acima de 38 graus, tosse, coriza, dores pelo corpo e mal-estar generalizado.

Já a pneumonia se caracteriza como uma infecção nos pulmões. Ela é provocada pela penetração de um agente infeccioso ou irritante, como bactérias, vírus e fungos nos pulmões. Ela ataca um ou ambos os pulmões, sobretudo quando o sistema de defesa está debilitado por outra causa, como gripe, tuberculose, alcoolismo, fumo, diabetes ou doenças do coração. Os sintomas, no início, são semelhantes aos da gripe, porém podem surgir outros sintomas como dor no peito, falta de ar e catarro amarelado, e são mais duradouros que os da gripe. A pneumonia pode atingir pessoas de todas as idades, porém as crianças e adultos a partir dos 50 anos estão mais propensos.

Para preveni-las, é muito importante lavar as mãos com frequência e evitar locais fechados, abafados e aglomerados. Além disso, a vacinação é essencial pois estimula o sistema imunológico do indivíduo.

Fique atento, pois muitas pessoas confundem início de pneumonia com gripe. Assim, é extremamente importante que um médico ou outro profissional da saúde seja procurado casos os primeiros sintomas apareçam!

Quais são as fases da Doença de Alzheimer?

De modo geral, a doença de Alzheimer é dividida em três fases: Inicial, Moderada e Grave. As alterações e sintomas podem variar significativamente entre as pessoas, mas estas divisões existem para que os cuidadores, familiares e profissionais da saúde possam compreender melhor o momento no qual o indivíduo se encontra, e qual a melhor condutas a serem seguidas. Assim, é muito importante que os sejam identificados cada um dos sintomas e comportamentos, para que o tratamento mais adequado seja recomendado, e para que todos possam se preparar e se fortalecer diante de cada uma das fases.

Fase Inicial

Nesta fase, o indivíduo ainda é capaz de realizar a grande maioria das atividades básicas, como se alimentar sem ajuda, ir ao banheiro, se trocar, entre outros. A principal característica desta fase é a perda de memória recente, como por exemplo se esquecer de coisas que aconteceram há pouco tempo ou perguntar várias vezes a mesma coisa. Além disso, a localização tempo-espacial já está prejudicada, assim como funções mais complexas como administrar seu dinheiro, fazer cálculos e solucionar problemas. Nesta fase também é comum que o indivíduo apresente alterações de humor recorrentes, e até mesmo quadros depressivos.

Fase Moderada

Na fase moderada, as dificuldades da fase inicial estão mais intensas, e há um maior prejuízo da memória. As alterações de humor e comportamento estão mais evidentes, e as dificuldades de comunicação também estão mais presentes, sendo mais difícil que o indivíduo siga comandos mais complexos. A memória recente já está bastante comprometida, e a memória de médio prazo também já esta prejudicada. Nesta fase, é comum que o indivíduo precise de um acompanhante praticamente o tempo todo, seja para auxiliar a realizar as tarefas ou apenas supervisionar, evitando assim acidentes e constrangimentos.

Frase Grave

Além da memória, as outras funções cognitivas já estão bastante comprometidas, como atenção, raciocínio, linguagem, coordenação, localização entre outras. Existem alterações importantes de comportamento e humor, podendo oscilar bastante ao longo do dia. Nesta fase, o indivíduo apresenta grande dependência de terceiros para realizar seus auto cuidados. Na fase grave mais avançada, o indivíduo geralmente apresenta incontinência urinária e fecal, possui dificuldade para engolir, caminhar e muitas vezes não apresenta nenhuma capacidade de comunicação.

A Infantilização da pessoa idosa

via Portal do Envelhecimento

Quantas vezes nos pegamos tratando pessoas mais velhas de uma forma infantil, principalmente as mais frágeis, usando palavras no diminutivo, como forma de demonstrar amor, carinho e apreço? É claro que este comportamento é muito ‘comum’ em qualquer família e em alguns contextos de profissionais de saúde. Muitas pessoas tratam seus pais, avós, pacientes e conhecidos como se fossem crianças grandes e, em alguns casos, colocam-se como pais de seus pais, literalmente, conferindo a eles a incapacidade de administrar a própria vida e ser independente em suas atividades de rotina, quando possível. Muito desse tratamento tem relação com a retribuição de cuidado que receberam durante toda a vida e, agora, acabam por conduzir esse comportamento como algo ‘normal’.

Infantilizar significa tornar-se infantil, dar feição ao infantil e traz alusões errôneas em torno do ser idoso. Ora, se não ‘adultecemos’ nossos filhos antes da hora, por que infantilizar nossos idosos a uma condição que não o são?

Tratar com carinho é permitir, mesmo com dificuldades, que a pessoa possa exercer sua autonomia e independência (quando possível). Auxiliar e não fazer por ele, é carinho. Respeitar suas vontades e decisões é carinho. Chamar de mãezinha, paizinho, vozinha é carinho. Não permitir que a pessoa idosa realize suas atividades, tome suas decisões, participe de atividades e seja chamada por qualquer adjetivo pejorativo que não seu nome é violência emocional.

Muitos irão questionar e dizer que cada um se refere ao familiar como bem deseja, mas o que muitos não conseguem compreender é o quão essa forma de tratar a pessoa idosa, seja ela dentro ou fora do contexto familiar, pode trazer leituras sobre esta etapa da vida que, ao invés de enaltecer o envelhecimento como um processo natural e comum a todo ser vivo, acaba por censurar sua existência e reduzir esta pessoa como alguém que já não mais pertence a algum lugar ou que possa contribuir com sua experiência.

A infantilização traz para esse público a ‘estigmatização’ de um grupo homogêneo e que segue um padrão de gostos, hábitos, atividades e que possuem as mesmas características, tão enfatizadas e divulgadas que os tornam sempre os ‘bons velhinhos’, ‘frágeis’, ‘bonzinhos’, ‘pobrezinhos’. Até o uso das palavras no diminutivo enfatizam ainda mais o poder da infantilização. O idoso não é um adulto de cabelos brancos, tampouco uma criança mais velha, o idoso é alguém que passou pelas primeiras etapas de desenvolvimento da vida e que continua a caminhar como qualquer outra pessoa.

Ao infantilizar uma pessoa idosa estamos ocultamente praticando uma violência contra ela, que vai de desencontro ao Estatuto do Idoso quando diz “é obrigação da sociedade, família e Instituição assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na constituição e nas leis”. Toma-se como exemplo os países orientais como China e Japão onde os idosos são muito respeitados, honrados e referenciados por suas famílias, o que dizem é seguido por todos, inclusive os mais jovens.

É importante quebrar esse estigma de que todo idoso é alguém dependente, sem autonomia e que não tem direitos e deveres. Deve-se cada vez mais mostrar que a pessoa idosa tem um lugar e que o ocupa da melhor forma possível e que não está ali apenas esperando o fim, mas que ainda tem muito que viver, aprender e compartilhar com novas gerações.

É necessário permitir que haja um estreitamento dos laços, que suas histórias de vida e experiência possam ser valorizadas, que se possa favorecer a inclusão da pessoa idosa promovendo sentido para sua própria existência; reconhecer suas capacidades de trabalho, criatividade, potencialidades. Ao infantilizar a pessoa idosa criam-se alusões e falsos parâmetros acerca do processo de envelhecimento que pode determinar a forma como essas pessoas são e serão tratadas.

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Os perigos da Polifarmácia entre idosos

Polifarmácia é o termo utilizado para definir o uso contínuo de vários medicamentos. Fato que, atualmente, é extremamente frequente e comum entre idosos, uma vez que é um grupo etário com maior índice de doenças crônicas, insuficiências e fragilidades. Porém, um problema sério acerca deste tema é que  muitas vezes as indústrias farmacêuticas contribuem para a medicalização exagerada, através dos profissionais da saúde, contribuindo para o excessivo uso de fármacos, necessários ou não para determinadas comorbidades e para a saúde geral do indivíduo.

Apesar de os medicamentos serem extremamente necessários, os idosos são mais suscetíveis aos efeitos colaterais dos mesmos, que podem inclusive incrementar patologias já existentes, e portanto a polifarmácia está associada ao aumento do risco e da gravidade das reações adversas aos medicamentos, de favorecer interações medicamentosas, de causar toxicidade cumulativa, de ocasionar erros na utilização das medicações, de reduzir a adesão ao tratamento e elevar a taxa de mortalidade.

Dessa forma, para evitar riscos desnecessários, tratamentos preventivos e não farmacológicos devem ser priorizados, principalmente para os idosos. Como exemplos podemos citar: exercícios físicos, acompanhamento nutricional, acupuntura, yoga, fisioterapia, entre outros.

É extremamente importante que os idosos e seus familiares/cuidadores evitem a automedicação, sendo também necessário que os médicos e demais profissionais da saúde se conscientizem a respeito, e passem a prescrever e administrar medicamentos apenas quando houver real necessidade.

Curatela e Interdição para idosos com demência

A curatela existe, por meio da lei, para que alguém represente uma pessoa que apesar de ser maior de idade, se encontre incapaz de responder pelos seus atos, como o caso de um indivíduo portador da Doença de Alzheimer que não consegue responder por si mesmo.

Assim, é bastante frequente a Curatela de idosos, quando este começa apresentar dificuldades para exercer a vida civil, cuidar de si próprio e administrar seu dia-a-dia, o que pode comprometer sua saúde e subsistência. A instituição do Curador Responsável é feita por um juiz, através de advogado ou do Ministério Público.

A interdição serve como medida de proteção para preservar o idoso de determinados riscos que envolvem a prática de certos atos como, por exemplo, evitar que pessoas “mal intencionadas” aproveitem-se da falta de discernimento do idoso para efetuar manobras desleais, causando diversos prejuízos, principalmente, de ordem patrimonial e moral.

Para iniciar o processo de interdição, o idoso será avaliado por um médico que atestará o comprometimento do indivíduo, através da emissão de um laudo que servirá de orientação para o juiz decidir ou não pela interdição. Além disso, se houver possibilidade, o idoso deverá ser levado até a presença do juiz para que este possa conhecê-lo.

Portanto, a interdição declara a incapacidade do idoso que não poderá por si próprio, pratica ou exercer pessoalmente determinados atos da vida civil, necessitando, para tanto, ser representado por outra pessoa. Esse representante é o curador, que também terá uma série de obrigações, entre as quais, receber rendas e pensões, efetuar pagamentos, administrar bens, preservar os direitos da pessoa interditada, sempre prestando contas bienalmente.

Medo de cair e isolamento social entre idosos

O medo de cair, que caracteriza-se pela ansiedade ao caminhar ou preocupação excessiva em cair, pode existir por diversos fatores como problemas de visão, quedas anteriores, limitações físicas, entre outros.

Entre pessoas acima de 60 anos, uma queda pode significar fraturas, lesões graves, dependência física temporária ou duradoura e até mesmo morte direta ou indireta. Além destas consequências, uma queda pode gerar uma importante perda de auto-estima e sentimento de auto eficácia, assim como falta de confiança para caminhar e realizar tarefas cotidianas.

Outra consequência bastante comum é o medo de cair, que pode ser tão incapacitante quanto a queda em si e, portanto, deve ser prevenido e trabalhado. Diversas pesquisas realizadas sobre os maiores temores na terceira idade, cair é, frequentemente, o item no topo da lista, superando o medo do crime e dos problemas financeiros. Além de afetar o emocional e o psicológico do idoso, este medo pode contribuir significativamente para o isolamento social do mesmo, ou seja, a redução drástica de atividades em seu dia-a-dia e pouca ou nenhuma convivência com outras pessoas. Essas limitações os leva à mobilidade reduzida e à perda de aptidão física por perda de massa muscular e de equilíbrio, o que por sua vez aumenta o risco de cair, assim como aumenta exponencialmente os riscos de depressão e ansiedade

Portanto, é de extrema importância que os cuidadores, familiares e profissionais da saúde se conscientizem a este respeito,  para que juntos possam fazer intervenções e ajudar os idosos a se sentirem mais confiantes sobre sua capacidade de fazer essas atividades com segurança.

Clique aqui e confira outras dicas de como prevenir quedas em idosos.

A importância da desospitalização

A desospitalização, ou seja, a retirada do indivíduo do ambiente hospitalar para dar continuidade aos cuidados e tratamento em outro local – como sua própria casa – é uma prática bastante recente e ainda pouco frequente.

Porém, esta realidade vem sendo mais comum com o avanço da medicina e outras áreas afins nos últimos anos. Muitas famílias e médicos tem apostado em uma melhor recuperação do idoso fora do ambiente hospitalar de forma segura e eficiente, buscando um local mais aconchegante e amigável, onde o indivíduo possa ficar mais próximo de familiares e amigos. Ou seja, o principal objetivo da desospitalização é humanizar o processo de recuperação do idoso.

É importante ressaltar que esta prática não significa dar alta precocemente para o paciente, uma vez que a equipe de saúde deve visitar a residência do paciente, levar aos familiares as opções de cuidados fora do hospital e acompanhá-los nas visitas a esses lugares para que a transição hospitalar seja segura e tranquila para todos – pacientes, familiares e equipe de saúde. Outra vantagem é a redução dos riscos à saúde que o hospital gera, como infecções hospitalares – e muitos médicos alegam que a hospitalização de idosos deve ser feita somente em casos de doenças graves ou em necessidade de cirurgia.

Além dos benefícios para o idoso e sua família,  a desospitalização também é vantajosa para o hospital e para a comunidade como um todo, uma vez que contribui também para um aumento no número de leitos oferecidos aos que estão aguardando uma vaga para internação, acarretando também na redução de custos para o hospital sem afetar a saúde do paciente.

Depressão em idosos: causas e dicas para prevenir

No Brasil, de acordo com dados do IBGE através da Pesquisa Nacional de Saúde 2013 , os idosos pertencem ao grupo populacional que mais sofre com a depressão. Além disso, de acordo com o Relatório Global para Prevenção do Suicídio da Organização Mundial da Saúde (2014), as taxas mais altas de suicídio estão entre as pessoas acima dos 65-70 anos de idade, sendo que a causa mais frequente deste ato é a depressão não diagnosticada, não tratada ou inadequadamente conduzida.

Os motivos por trás destes índices são diversos, e preocupantes, uma vez que além do suicídio e diminuição da qualidade de vida, a depressão pode causar outros problemas de saúde, como por exemplo infarto e demência.

Entre as principais causas para a manifestação desta doença, podemos citar:

  1. presença de outras doenças crônicas incapacitantes
  2. viuvez, ou convívio com um cônjuge em estado terminal
  3. perda de autonomia e independência
  4. isolamento social
  5. sentimento de improdutividade
  6. hospitalização ou instituicionalização precoce
  7. presença de demência, como Alzheimer
  8. alguns medicamentos

Portanto, algumas medidas podem – e devem – ser tomadas para prevenir este quadro, ou ameniza-lo caso já exista. São elas:

  1. Estimular o idoso a ter uma vida social – através da família, grupos de terceira idade, centros-dia, etc
  2. Planejar desde cedo como será o processo de aposentadoria, para que existam atividades substitutas ao trabalho
  3. Realizar atividade física frequente
  4. Valorizar e incentivar características que o idoso ainda possui, e não valorizar possíveis doenças e limitações
  5. Realizar atividades prazerosas e que despertem o interesse do idoso
  6. Fazer visitas regulares à médicos

Envelhecimento: genética ou hábitos de vida?

O processo de envelhecimento está associado à diversas modificações no corpo humano, tanto físicas quanto cognitivas. Apesar deste processo ser universal, ou seja, atingir todos os indivíduos, a forma e velocidade nas quais estas alterações se manifestam variam significativamente entre as pessoas. Isso porque o envelhecimento é heterogêneo, e acomete cada pessoa de uma forma. É comum observarmos um indivíduo de 90 anos em um estado de saúde geral mais positivo do que um indivíduo de 60 anos, por exemplo.

Nos últimos anos, os estudos têm apontado que tanto a genética quanto os hábitos de vida influenciam a forma como envelhecemos. No entanto, a carga genética não parece ser o principal fator a influenciar este processo, pois aproximadamente 30% do nosso envelhecimento está relacionado aos genes que herdamos de nossos pais e avós.

O restante parece estar fortemente relacionado aos hábitos que desenvolvemos durante toda a vida. Ou seja, indivíduos que se alimentam de forma saudável e equilibrada, não possuem vícios deletérios como alcoolismo e tabagismo, praticam regularmente atividade física, fazem com frequência exames médicos de rotina, buscam um equilíbrio emocional e têm uma vida social satisfatória, terão mais chances de envelhecerem com qualidade e saúde, tanto física quanto mental.

Estes hábitos devem ser seguidos desde a infância e não existe prazo para que sejam interrompidos, pois é muito importante que o indivíduo mantenha-se ativo fisicamente, mentalmente e socialmente mesmo depois de se aposentar ou atingir uma idade mais avançada.

O Japão, exemplo a ser seguido, possui uma das populações mais envelhecidas do planeta. Na província de Okinawa concentra-se o maior número de centenários do mundo, sendo que a grande maioria vive de forma autônoma e independente. Este grupo apresenta comportamentos que se repetem em outros grupos de grandes longevos existentes em outros continentes, como a boa alimentação e prática de atividade física. É importante ressaltar que este estilo de vida é adotado ao longo da vida e mesmo nas idades mais avançadas não é abandonado.

Por que alguns idosos têm tanta insônia?

A insônia pode ser caracterizada pela dificuldade de iniciar o sono ou dar continuidade a ele, e pela interrupção decorrente. Este quadro pode atingir todas as idades, mas é bastante frequente entre idosos pelas principais causas listadas abaixo:

  1. ansiedade e depressão e outras questões emocionais como viuvez e luto
  2. inatividade
  3. presença de demências, como Alzheimer
  4. alguns medicamentos
  5. abuso de substâncias estimulantes como álcool, café e refrigerantes
  6. problemas respiratórios durante o sono, como apneia
  7. falta de rotina e horários para dormir e acordar
  8. ambiente pouco confortável e acolhedor para dormir

As consequências da insônia são inúmeras, entre elas irritabilidade durante o dia, maior cansaço e menor desempenho para diversas funções, maior risco de queda e até alterações de memória e concentração.

Para prevenir este quadro, algumas medidas simples podem ser tomadas, como por exemplo:

  1. Regular o horário de acordar e dormir, e evitar longos cochilos durante o dia
  2. Evitar cafeína, nicotina e outros estimulantes próximo à hora de dormir
  3. Preferir refeições leves no jantar
  4. Se necessário, tomar suco de maracujá e chá de camomila alguns minutos antes do horário de dormir
  5. Optar por um ambiente calmo e silencioso para dormir
  6. À noite, evitar assistir TV ou ler jornal com notícias negativas e preocupantes
  7. Em casos mais graves, busque o auxílio de um médico